Uma história que vi nascer

Música para cortar os pulsos. Amor e música em diálogos de monólogos e discussões solitárias com as mentes e três corações juvenis.

Altamente recomendável para todas as minhas amigas. E amigos também. Sobretudo minhas companheiras de blog, já que assistindo à peça no sábado me lembrava de cada uma a cada fala.

Quanto tempo um coração leva para cicatrizar? Quais as fronteiras do amor? Por que a amizade vira amor e nada é como antes?

Algumas respostas, e muitas outras perguntas, estão na peça Música para Cortar os Pulso, de Rafael Gomes, com interpretação de Mayara Constantino, Victor Mendes e Fábio Lucindo. MPCOP estreou no SESC Pinheiros, ficou semanas em cartaz pelo Festival SESI de Teatro e esta semana encerra a curta temporada no Teatro João Caetano.

Recomendo pois, apesar do título deprê, ela tem muitas sutilezas engraçadas e se trata de uma narração de tormentos sentimentais típicos de jovens adultos e velhos adolescentes.

Risos aqui, cotoveladas alí… A história vende seu peixe com um roteiro ‘amarradinho’ e com um final… Deixa para lá. Dá muita vontade de assistir de novo, o que não é má ideia pois os preços são populares.

Destaque para a estratégia de markting. Descobri a produção da peça não sei muito como (acho que no Tiwtter da Mayara, ou no Sarah Oliveira?)  por meio do blog do projeto (que ainda não sabia se era um site, uma peça ou um filme. Deixei uma mensagem para eles dizendo que já era fã do embrião por acreditar muito nas ideias do Rafael Gomes por causa do ótimo Tudo Que É Sólido Pode Derreter.

Entrei para o mailing e recebia e-mails frequentemente com informações sobre o projeto e o pedido de ‘dicas’ de músicas que me fariam cortar os pulsos. Quem me conheceu na adolescência sabe que sou mestre nisso, passei minha listinha, assim como outras pessoas e fiquei recebendo informações sobre a estreia, a temporada, guardei notícias em jornais e revistas sobre o trio de atores e finalmente consegui uma vaguinha na agenda para assistir a história que vi nascer por meio de minha caixa de e-mails.

Alguém imaginava algo assim há 10 anos?

Estão esperando o que? Acessem o blog do Projeto
e garantam sua chance de ver este espetáculo de nossa geração de 20 e tantos anos…

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2 Comentários

Arquivado em Izabel

2 Respostas para “Uma história que vi nascer

  1. Oi Bel!

    Como eu faço pra ir? Posta um roteirinho para quem não é paulista e não sabe chegar na rua Borges Lagoa. 😀

    Beijos

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