Arquivo do mês: outubro 2012

As infinitas variações da palavra coisa

Eu não vou escrever mais nada. Só pedir para que vocês ouçam a crônica do Salomão Schvartzman do dia 3 de outubro no link a seguir:

http://bandnewsfm.band.com.br/Colunista.aspx?COD=102

 

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Arquivado em Izabel

eleições, amor e respeito

Passei por momentos de muito auto-controle recentemente em quase todas as esferas da minha vida. Nem cabe contar os episódios aqui pois certas coisas ficam melhores em nossos corações e nossos caderninhos de bolso do que em páginas na internet. Sim, segredos.

Eu sei que tudo tem um porque e nada é por acaso mesmo. Fui votar hoje na minha antiga escola do ginásio e ensino médio/ colegial. Eu escolhi votar lá pois a escola onde meus pais votam, muito mais perto da minha casa, já estava lotada e por que meu melhor amigo votava lá e eu queria ter a oportunidade de encontrar com ele pelo menos uma vez por ano. Ele morreu após minha escolha, e antes de minha primeira eleição.

Nas paredes da minha antiga escola estavam colados os trabalhos dos atuais alunos. Trabalhos que eu fiz na minha época e sofri, mas que ficaram lindos (os meus e os deles). Alguns ficaram bem ruins, mas a minha professora fazia um filtro antes de expor. O que importa é que no meio daqueles trabalhos havia uma faixa feita a mão pela minha antiga professora de artes (eu reconhecerei aquela letra até o fim dos tempos) e lá dizia mais ou menos assim (esqueci de fotografar – vamos esperar o segundo turno):

“No Colégio X aprendi os ensinamentos que levo para minha vida” (ou alguma coisa assim)

Não sei quem escreveu isso, se foi um/a aluno/a ou se o Colégio tem ciência que é isso mesmo que seus/suas ex-alunos/as pensam. Tem uma ‘lição’ que eu ODIAVA ouvir da voz da diretora, pois algumas coisas que ela dizia me irritavam demais, mas que faz TODO sentido quando você sai da casa dos 10 e passa para a casa dos 20 rumo aos 30, se Deus quiser.

É essa:

“Respeito é uma vida de mão dupla, você dá para receber”

Eu nunca deixei de acreditar que isso fosse verdade, nem quando tinha só 15 anos. Mas conforme o tempo passa e conheço mais pessoas, mais realidades, mais desafios, mais esta frase faz sentido….

Quais os ensinamentos da adolescência você só entende agora?

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